Sábado, 07 de Dezembro de 2019

Governador confirma Luiz Carlos Nigro na Casa Civil de Mato Grosso




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O secretário adjunto de Desenvolvimento do Turismo, Luiz Carlos Nigro (PSDB), foi confirmado sendo o substituto do secretário-chefe da Casa Civil Paulo Taques que comandará o novo Gabinete de Articulação Política. A informação foi confirmada na tarde desta quinta-feira (21) pelo Gabinete de Comunicação do Governo (Gcom).

O governador Pedro Taques (PSDB) deverá criar o novo gabinete por meio de um decreto.

O Gabinete de Articulação Política, passará a ser responsável pela articulação de política e gerenciamento de crise no governo.

A Casa Civil que hoje tem a função de ser o porta-voz do Executivo com os deputados, por exemplo, fará somente articulações interna, como acompanhar execuções de projetos e o funcionamento de cada secretaria.

O governo há tempos vem sendo cobrado por causa da falta de políticos experientes no staff, principalmente por parte dos deputados estaduais.

Reforma administrativa

A segunda fase da Reforma Administrativa será votada após os deputados retornarem do recesso parlamentar, no mês de agosto. A reforma prevê demissões de cargos comissionados, extinção de uma secretaria, dois gabinetes e 30 fundos estaduais.

Os gabinetes que serão extintos são de Assuntos Estratégicos (Gae) e de Desenvolvimento Regional. O gabinete de Assuntos estratégicos deve ser vinculado à Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan), e a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec), assumirá as funções do gabinete de Desenvolvimento.

Os gabinetes de Comunicação (Gcom) e de Transparência e Combate à Corrupção (GTCC) serão mantidos. A única secretaria que será extinta é a de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secitec) que pode ser vinculada com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico.

Também está previsto a extinção das autarquias da Companhia de Mineração de Mato Grosso (Metamat), da Empresa de Gás de Mato Grosso (MT Gás) e da Empresa de Fomento de Mato Grosso (MT Fomento).

Os cortes nos gastos prevê que o Executivo se enquadre na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). O estado ultrapassou o limite de 49% permitido pela Lei.


Autor:Fernanda Leite com Gazeta Digital


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