Quinta-Feira, 19 de Setembro de 2019

Governador de Mato Grosso desafia oposição a mostrar os erros de sua gestão




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O governador Pedro Taques (PSDB) endureceu o tom e rebateu as críticas que vem recebendo nos últimos dias de seus oposicionistas e ex-aliados políticos. O gestor tucano desafiou os críticos a apontarem qual o erro que ele cometeu durante esses quase quatro anos de gestão.

“As pessoas dizem que Taques errou, mas não têm coragem de falar errou em quê. Errou em ajudar aquele que é mais humilde? Se ajudar aquele que mais precisa é pecado, quero confessar a vocês que sou pecador, porque sou governador para tratar daquele que mais precisa. Estão dizendo que errei. E não tem coragem de dizer o que errei”, disse Taques, durante discurso, em evento de entrega de barracas de feira adquiras pelo Estado, na manhã desta segunda-feira (2).

Diante disso, Taques afirma que pretende continuar errado, dando a entender que quer permanecer mais quatro anos à frente do Palácio Paiaguás.

“Quero fazer uma delação premiada a vocês, quero confessar e dizer que errei. Errei em ajudar aquele que mais precisa, aquele que é mais pobre, que é mais humilde. Por isso sou governador de Mato Grosso. Quero continuar a errar e errarei muito ainda”, afirmou.

Para embasar o seu discurso, o governador citou uma série de obras que vem realizando em todo o Estado, em especial na baixada cuiabana. Entre as ações lembradas pelo tucano estão os atendimentos de saúde realizado durante as caravanas da Transformação, e também a implantação da escola em tempo integral.

“Em 2016, na escola Rafael Rueda, no Pedra 90, foram registrados 53 atos infracionais dentro da escola. Em 2017, nenhum. Isso é obra de Deus e obra da nossa administração. Mato Grosso não tinha nenhuma escola em tempo integral, agora temos 40. Porque o filho do feirante tem o mesmo direito do filho do governador, do prefeito e do deputado”, pontuou.

Taques afirma que não se importa com as críticas e ainda ironiza que responde pelo Governo do Estado, no mínimo, até o final deste ano. “Podem ficar tranquilos, só Deus e o povo de Mato Grosso me tira do Governo. Porque, no mínimo, até 31 de dezembro deste ano, por obra de Deus e do povo de Mato Grosso, eu ainda sou governador deste Estado”, afirmou dando tom enfático ao “mínimo”.

A cerca da possibilidade de reeleição, Taques começa a se articular agora para a disputa. Após ter comido canjica no feriado santo da última semana, o gestor tucano afirma que passa a discutir com o seu grupo político a eleição de 2018.

“Iniciamos a discussão com meu grupo político e vamos conversando até a convenção. Quem está com pressa é quem está fora do Governo. Já comi a canjica e agora iniciamos a conversação política”, disse.

Apesar de sua candidatura à reeleição já ser dada como certa, Taques não confirma. “Não vou fazer o diabo para concorrer à reeleição. Não vou fazer coisa errada para ser reeleito governador de Mato Grosso porque já sabemos no que isso dá”, garantiu.

No que diz respeito aos partidos que estão deixando a base do Governo para seguir um novo caminho no pleito de outubro, Taques afirma estar tranquilo e ainda aposta em uma aliança com o DEM.

“O DEM nunca deixou de nos apoiar, o Dilmar foi nosso líder, eu tenho uma excepcional relação com o Jayme. Agora, cada um que desejar ser candidato tem que colocar seu nome. É na eleição que cada um vê o seu tamanho”, finalizou.


Autor:AMZ Noticias com Diário de Cuiabá


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