Terca-Feira, 22 de Outubro de 2019

MT não é o reino do Novo Cangaço, assaltantes sentem o peso da mão armada do Estado.




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Com a morte de vários quadrilheiros, em confronto com policiais, nos últimos dias, e a prisão recente de um dos assaltantes mais procurados do país, a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso, através de ações onde mescla o serviço de inteligência e investigações com a força da repressão armada, está virando o jogo contra a bandidagem que atua na modalidade conhecida como “Novo Cangaço”.

Nessa luta contra o crime organizado, a polícia de Mato Grosso, de uns dias para cá, passou a dar de goleada. E a inversão do placar ocorre após uma sequência de diversos assaltos a bancos e arrombamentos a caixas eletrônicos, cujos crimes pareciam ficar impunes, tendo em vista que, após consumados os roubos, os assaltantes desapareciam, para surgirem em outro assalto.

Fato que estava criando uma rotina constrangedora para as autoridades policiais mato-grossenses, forjando a imagem de que, por estas bandas, seria o reino do “Novo Cangaço”.

Porém, após matar em menos de um mês, durante troca de tiros, pelo menos cinco assaltantes perigosos, os policiais dão o seu recado: Por aqui a “chapa” está quente e Mato Grosso não é o paraíso de cangaço algum! Esse lembrete às quadrilhas ficou mais claro com a prisão, ontem (14) de Lindomar Alves de Almeida, 31 anos, considerado o “chefão” de vários bandos que agem, além de Mato Grosso, em vários outros Estados.

Acusado de ter liderado cerca de 20 roubos somente em Mato Grosso, entre o quais arrombamento de carros-fortes, Lindomar foi capturado em Feira de Santana (BA) por agentes policiais de Mato Grosso e que contaram com a colaboração da polícia baiana

PRÁTICA TERRORISTA

O “Novo Cangação” é a prática criminosa que consiste em assaltar agências bancárias, em plena luz do dia, fazendo clientes e bancários de reféns, e levando o pânico à população de várias cidades mato-grossenses que foram alvos dos criminosos.

Nessas investidas ousadas e para intimidar, os integrantes do “Novo Cangaço” efetuam muitos tiros com armas de grosso calibre, além de colocar pessoas inocentes como escudo humano em frente aos estabelecimentos que eles roubam.

A estratégia, além de infundir mais medo e terror nas vítimas, objetiva manter a polícia “engessada” e que, para evitar tiroteio onde reféns possam ser mortos, apenas assistem, à distância, os bandidos agirem. Isto quando, os próprios policiais não são feitos também de reféns!

 


Autor:Pagina Unica


Comentários

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