Quarta-Feira, 21 de Agosto de 2019

Advogado diz que suspeito de golpe milionário com carros de luxo em Cuiabá enganou clientes




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O Advogado do empresário dono de uma garagem de veículos em Cuiabá, denunciado por não pagar aos donos pela compra de veículos de luxo, admitiu que o que o acusado enganou os clientes. Marcelo Sixto Schiavenin, que se dizia especialista em esportivos de luxo, abriu a loja em 2015 e fechou o empreendimento no final do mês de março.

Donos de carros de luxo deixavam veículos à venda na loja. Marcelo vendia e ficava com uma comissão de 4%. Mas em outubro do ano passado, ele começou a não pagar aos donos dos carros. A loja fechou as portas no fim da tarde do dia 27 de março. Na manhã seguinte, os carros tinham desaparecido.

Ele promovia e organizava visitas a museus de carro com clientes. Era parte da estratégia para cativar os clientes. “No mesmo dia que ele decretou a falência foi o dia que ele vendeu meu carro”, disse um cliente do empresário, o advogado Macgveyver Santos Rocha. Ele perdeu um carro avaliado em R$ 300 mil. Marcelo entrou na justiça alegando falência e dívida de R$ 11 milhões. Ele apresentou uma lista com o nome de 48 pessoas que tiveram os carros vendidos e não receberam o dinheiro.

Segundo o advogado dele, Elvis Antônio Klauk, o empresário Júnior.Marcelo admitiu que enganou os clientes, “Em momento algum tiveram a intenção de enganar as pessoas com o objetivo principal de ficar com o dinheiro. Em alguns momentos sim, até enganaram, mas não para pegar o dinheiro, mas para realizar um negócio e tentar fazer o negócio rodar e ver se conseguia salvar a empresa. Lamentavelmente as pessoas foram enganadas. Isso está confessado, todos eles confessam isso”, afirmou o advogado do empresário.

Marcelo já agiu da mesma forma no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Em 2012 ele dirigia uma loja de turismo e outra de carros em Pato Branco, no Paraná, ambas em nome da ex-mulher dele. Ele é acusado de não repassar dinheiro a operadoras de turismo e de vender veículos e não entregar o dinheiro aos donos. Ele chegou a ser preso, mas foi absolvido por falta e provas. A ex-mulher dele disse que pagou R$ 2 milhões em dívidas. Segundo o delegado Mário Resende, o empresário foi indiciado por estelionato e apropriação indébita.


Autor:Ricardo Mello com TVCA


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