Quinta-Feira, 17 de Outubro de 2019

Indústria mineral volta a crescer e Marabá é o município paraense que mais gera empregos




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Com 168 empregos com carteira assinada criados no mês passado, o próspero município de Marabá é o campeão do Pará na abertura de postos formais num momento em que o estado assiste à destruição de mais de 4.100 vagas. As informações foram levantadas com exclusividade por nossa reportagem junto ao Ministério da Economia, que lançou esta semana o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Foi à indústria mineral quem puxou os empregos em Marabá. O município, que é sede dos maiores projetos de cobre (Salobo) e manganês (Buritirama) do Brasil, contratou 116 trabalhadores com carteira assinada no setor, em março. Já a sua construção civil arregimentou 82 operários formais. Os setores de serviços (com 12 admissões), utilidade pública (com seis) e comércio (com duas) também encerraram o mês no azul.

Por outro lado, a agropecuária registrou 29 demissões, acompanhada da indústria de transformação, que fechou 21 postos. Mesmo esse conjunto de 50 demissões não foi capaz de frear o avanço da geração de empregos em Marabá, que teve seu melhor março dos últimos seis anos, de acordo com o Ministério da Economia.

Capital regional do sudeste paraense e com uma economia cada vez mais sólida e diversificada, composta de indústrias extrativas e de transformação, pecuária robusta, forte setor de serviços e polo universitário com mais de 17 mil matrículas, Marabá é o município mais badalado do interior do estado.

Onde se empregar - Os dez cargos mais bem-sucedidos — em termos de quantidade de empregos formalizados — do mercado de trabalho de Marabá pagam remunerações que vão do salário mínimo a R$ 2.702. A ocupação que mais contratou foi a de motorista de caminhão, com 127 vagas preenchidas e remuneração média de R$ 2.170.

O cargo de mineiro, com 34 empregos, paga a melhor média dos dez: R$ 2.702. É seguido da função de sinaleiro, que empregou 14 com salário de R$ 1.130. Na sequência, aparecem os cargos de vigilante (12 admissões e média de R$ 1.334), motorista de ônibus urbano (11 admissões e média de R$ 2.200), assistente administrativo (nove admissões e média de R$ 1.390), instalador de equipamentos de internet (nove admissões e R$ 998), zelador de prédios (nove admissões e R$ 1.067) e repositor de mercadorias (oito admissões e R$ 1.090). Técnico de segurança do trabalho aparece empatado com os cargos de porteiro e cozinheiro, em número de novas contratações: sete cada. Mas supera em salário médio, já que os novos técnicos assinaram carteira com cerca de R$ 2.650, enquanto porteiros assinaram com 1.158 e cozinheiros, R$ 1.110.

No município, os maiores salários médios em carteira foram registrados nas funções de professor universitário da área de Orientação Educacional (R$ 10.277), engenheiro de minas (R$ 8.461), supervisor de produção mineral (R$ 6.643) e supervisor de produção de minerais não-metálicos (R$ 5.500).

Os piores cargos para emprego no mercado de trabalho marabaense foram motorista de carro de passeio, com 48 demissões no mês passado; vendedor de comércio varejista, com 28 desligamentos; e operador de escavadeira, com dez baixas.

Com 168 empregos com carteira assinada criados no mês passado, o próspero município de Marabá é o campeão do Pará na abertura de postos formais num momento em que o estado assiste à destruição de mais de 4.100 vagas. As informações foram levantadas com exclusividade por nossa reportagem junto ao Ministério da Economia, que lançou esta semana o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Foi à indústria mineral quem puxou os empregos em Marabá. O município, que é sede dos maiores projetos de cobre (Salobo) e manganês (Buritirama) do Brasil, contratou 116 trabalhadores com carteira assinada no setor, em março. Já a sua construção civil arregimentou 82 operários formais. Os setores de serviços (com 12 admissões), utilidade pública (com seis) e comércio (com duas) também encerraram o mês no azul.

Por outro lado, a agropecuária registrou 29 demissões, acompanhada da indústria de transformação, que fechou 21 postos. Mesmo esse conjunto de 50 demissões não foi capaz de frear o avanço da geração de empregos em Marabá, que teve seu melhor março dos últimos seis anos, de acordo com o Ministério da Economia.

Capital regional do sudeste paraense e com uma economia cada vez mais sólida e diversificada, composta de indústrias extrativas e de transformação, pecuária robusta, forte setor de serviços e polo universitário com mais de 17 mil matrículas, Marabá é o município mais badalado do interior do estado.

Onde se empregar - Os dez cargos mais bem-sucedidos — em termos de quantidade de empregos formalizados — do mercado de trabalho de Marabá pagam remunerações que vão do salário mínimo a R$ 2.702. A ocupação que mais contratou foi a de motorista de caminhão, com 127 vagas preenchidas e remuneração média de R$ 2.170.

O cargo de mineiro, com 34 empregos, paga a melhor média dos dez: R$ 2.702. É seguido da função de sinaleiro, que empregou 14 com salário de R$ 1.130. Na sequência, aparecem os cargos de vigilante (12 admissões e média de R$ 1.334), motorista de ônibus urbano (11 admissões e média de R$ 2.200), assistente administrativo (nove admissões e média de R$ 1.390), instalador de equipamentos de internet (nove admissões e R$ 998), zelador de prédios (nove admissões e R$ 1.067) e repositor de mercadorias (oito admissões e R$ 1.090). Técnico de segurança do trabalho aparece empatado com os cargos de porteiro e cozinheiro, em número de novas contratações: sete cada. Mas supera em salário médio, já que os novos técnicos assinaram carteira com cerca de R$ 2.650, enquanto porteiros assinaram com 1.158 e cozinheiros, R$ 1.110.

No município, os maiores salários médios em carteira foram registrados nas funções de professor universitário da área de Orientação Educacional (R$ 10.277), engenheiro de minas (R$ 8.461), supervisor de produção mineral (R$ 6.643) e supervisor de produção de minerais não-metálicos (R$ 5.500). Os piores cargos para emprego no mercado de trabalho marabaense foram motorista de carro de passeio, com 48 demissões no mês passado; vendedor de comércio varejista, com 28 desligamentos; e operador de escavadeira, com dez baixas.


Autor:AMZ Noticias com Zé Dudu


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