Quarta-Feira, 30 de Setembro de 2020

Laudo encontra cocaína no corpo da Miss Jataí morta durante cirurgia plástica




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Um novo laudo toxicológico feito pelo Instituto Nacional de Criminalística apontou a presença de cocaína no corpo da miss Jataí Turismo 2012, Louanna Adrielle Castro Silva, 24, morta durante uma cirurgia plástica em Goiânia, em 1° de dezembro do ano passado. 

O resultado do exame complementar contesta laudo do Instituto Médico Legal (IML), que foi divulgado em janeiro e descartou que a jovem fosse usuária de drogas.

No exame complementar feito pelo Instituto Nacional de Criminalística, além de cocaína, foram detectadas outras três substâncias --Amiodarona (contra arritmias), Midazolam (medicamento indutor do sono) e Bupivacaína (anestésico local). Esse resultado e o laudo do IML foram anexados ao inquérito policial.

O delegado Fernando de Oliveira diz que aguarda o laudo cadavérico para a conclusão da investigação. Ainda não há prazo para a entrega deste exame, que apontará se houve ou não erro médico.

Ninguém da família da jovem foi encontrado para comentar o resultado do laudo do Instituto Nacional de Criminalística. Em entrevista ao UOL, em dezembro do ano passado, o marido de Louanna, Giuliano Cabral Chaves, negou que ela fosse usuária de drogas.

Nayara Cristina Patracão, jovem de 24 anos que, após parada cardiorrespiratória durante lipoaspiração, em São Carlos (SP), no dia 15 de janeiro de 2013. Ela está internada Leia mais

Segundo o advogado Mário Ibrahim, os familiares da miss não vão falar sobre esse exame.

Em depoimento à polícia, o médico responsável pela cirurgia, Rogério Morale, e a anestesista Beatriz Vieira Espíndola negaram que houve erro médico e chegaram a apontar que a paciente poderia ser usuária de drogas.

Louanna morreu no dia 1º de dezembro de 2012 após entrar no centro cirúrgico para o implante de silicone nos seios. Ela teve uma parada cardíaca durante o procedimento, realizado no hospital Buriti, no bairro Parque Amazônia.

A miss era atendida pelo médico Rogério Morale, que não conseguiu reverter o quadro. No hospital onde a cirurgia era realizada não havia UTI (Unidade de Terapia Intensiva).

O médico atendia também em Jataí (327 km de Goiânia), onde Louanna morava, mas a família dela alegou, na época, que a cirurgia foi realizada na capital justamente por causa da UTI.


Autor: UOL


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