Segunda-Feira, 16 de Dezembro de 2019

Após 67 dias em greve os profissionais da Educação em MT terminam paralisação




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Após 67 dias de paralisação, os servidores da educação do Estado de Mato Grosso, retornaram às atividades do setor, as aulas já começaram nesta sexta-feira (18.10), e na segunda feira (21.10), todas as escolas estaduais de Mato Grosso retomam as atividades.

O período de paralisação que causou inumeros transtornos, foi encerrado na quinta-feira (17.10), após a assembleia geral dos profissionais da Educação, ao aceitarem a proposta apresentada pelo Governo que garante avanços salariais significativos para a categoria.

A proposta, inédita no País, garante aos educadores da rede estadual de Mato Grosso ganhos reais para os próximos dez anos e insere ainda, hora/atividade de forma gradativa para os professores contratados a partir de 2014. O ganho real significará aumento de 100%, acima da inflação do período, aos subsídios da categoria. “O documento será encaminhado como mensagem pelo Governo do Estado à Assembleia Legislativa (AL) e se tornará lei”, destaca a secretária de Estado de Educação, Rosa Neide Sandes de Almeida.

O encaminhamento da proposta final foi entregue no Dia dos Professores pela secretária à diretoria do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público (Sintep), na última terça-feira (15.10).

A reunião contou com participação do secretário de Estado de Administração, Francisco Faiad, do Auditor Geral do Estado, José Alves Pereira Filho, do líder do Governo na AL, deputado J.Barreto, do procurador-geral do Estado, Paulo Prado, e do promotor estadual de Educação e Cidadania, Miguel Slhessarenko.

A proposta somada a chamada dos classificados no concurso de 2010 e os trabalhos da Comissão de Estudos para a realização de um novo certame em 2014 revela ganhos significativos para a categoria. “Os profissionais ganham, assim como o Estado e o governador Silval Barbosa, por deixar como marca de governo uma proposta qualificada para a valorização dos profissionais da Educação”, afirmou Rosa Neide.

Calendário escolar

A partir de agora uma Comissão composta por técnicos da Seduc estudará a situação de cada escola para ajudar na elaboração do calendário de reposição, para a conclusão dos 200 dias letivos. “Infelizmente o ano civil não acompanhará o ano escolar tendo algumas escolas encerrando o período de aula em janeiro e outras até em fevereiro. Dependerá dos dias parados, a situação terá que ser analisada e autorizada pelas Assessorias Pedagógicas/Seduc”, concluiu a secretária.


Autor:Jornal da Noticia com Assessoria


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