Domingo, 17 de Novembro de 2019

Polícia procura vereador, médico e agricultor por leilão de adolescente virgem em MT




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A Polícia Civil de Mato Grosso está à procura de mais quatro acusados de participação no leilão de virgindade de uma adolescente no município de Guiratinga (317 km a Sudeste de Cuiabá). Todos estão com mandados de prisão decretados e são considerados foragidos da Justiça.

Conforme uma fonte na Delegacia de Polícia Civil daquele município, ainda faltam ser presos o vereador Ozeias Pondé Dias (DEM), o médico Antonio Dourado, o produtor rural Vidal Gomes da Silva, além de Nadir Borges, que é mãe da suplente de vereadora Tânia Mara Lopes Borges (DEM) - madrasta da adolescente.

Outra fonte de Olhar Direto na Câmara Municipal disse que o vereador há dias não aparece naquela Casa de Leis. A fonte comentou também que o fazendeiro Vidal tem casa em Guiratinga, mas não é mais visto na cidade desde a decretação de sua prisão. O médico também sumiu.

As investigações são comandadas pela delegada Ligia Pinto da Silveira Avelar. Ela, junto com outros 15 policiais de Guiratinga e Rondonópolis, já haviam feito, durante a “Operação Afrodite”, as prisões de um advogado, um comerciante, um servidor público, além de Tânia. Os três homens foram enviados à Penitenciária Mata Grande e, a madrasta, está na cadeia feminina de Rondonópolis.

Todos são acusados de participar do leilão da virgindade da jovem, que teria ocorrido em um famoso “rancho” daquela cidade. Um deles havia ganhado o leilão promovido por Tânia, mas como a enteada dela se negou a praticar sexo com o vencedor, a menor de idade teria sido espancada.

A polícia começou a desbaratar o caso após a adolescente procurar uma tia e contar tudo. Então elas foram até a Polícia Civil, que efetuou a prisão da suplente de vereadora. Ela é acusada pelos crimes de crimes de tortura e favorecimento à prostituição de vulnerável.

Segundo a menor de idade, desde os 12 anos, quando a sua mãe morreu, ela foi morar com o pai e a madrasta. Porém, segundo o que foi relatado à delegada, como o pai, às vezes, chegava a passar 15 dias trabalhando em uma fazenda, a madrasta era obrigada a se prostituir.


Autor:Olhar Direto


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