Sábado, 21 de Setembro de 2019

Valdir Barranco diz que Taborelli é autoritário e afirma que Riva não paga sua defesa




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O ex-superintendente regional do Incra Valdir Barranco (PT), que recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para “descongelar” os 19.227 votos recebidos em 5 de outubro de 2014 e assumir cadeira na Assembleia, negou que sua defesa - patrocinada pelos advogados Elvis Antônio Klauk Júnior e Rodrigo Cyrineu - seja bancada pelo ex-presidente do Legislativo José Riva (PSD). 

O deputado estadual Pery Taborelli (PV), que corre o risco de perder a vaga para o petista, usou a tribuna para denunciar a suposta negociata e voltou a acusar o rival de cometer crimes contra assentados da reforma agrária.

 “O ex-deputado Riva é meu amigo, mas não existe nenhum tipo de ajuda financeira ou política. Eu pago pelos serviços dos advogados. Só posso repudiar as calúnias do Taborelli, que se mostra autoritário, despreparado e já foi condenado em primeiro grau por ato de improbidade administrativa quando comandava a PM em Rosário Oeste”, rebate Barranco. 

 Segundo ele, os ataques de Taborelli ainda devem se intensificar após a decisão do TSE confirmando a perda da vaga na Assembleia. “Não tenho nada pessoal, mas na verdade, ele está ocupando a cadeira que me pertence. Tive mais votos e tenho legitimidade para ser deputado estadual“, completa Barranco.

O petista também acredita que Taborelli resolveu acusá-lo de receber dinheiro de Riva para pagar os advogados que atuam no TSE após ser preterido na relatoria da CPI das Obras da Copa. “Essa briga não é minha. Lamento que meu nome tenha sido utilizado para descontar a frustração”, concluiu o petista.

 Após perder a relatoria para Mauro Savi (PR), Taborelli usou a tribuna, ontem (11) à noite, para atacar Janaína Riva (PSD). O parlamentar afirmou que a social-democrata não pode compor a CPI das Obras da Copa  porque tem interesse de encobrir os supostos crimes do pai, preso por suposto desvio de recurso da Assembleia, prometendo ingressar com processo de suspeição judicial.

 Após a intervenção de Taborelli, Janaína Riva anunciou que não vai compor a CPI para evitar mais desgastes. O próprio deputado do PV se retirou da comissão e ameaçou coletar assinaturas para criar investigação sobre o suposto desvio de R$ 62 milhões dos cofres da Assembleia, através de fraudes na compra de material de expediente e gráfico, que acarretou a prisão de Riva na Operação Imperador.


Autor:RDNews


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