Quarta-Feira, 12 de Agosto de 2020

Denuncias de corrupção levam delegado para a presidência do Intermat




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Com a intenção do Governo de Mato Grosso em agir dentro da legalidade e "depurar" toda estrutura do Intermat, órgão que foi alvo no início do mês do Gaeco (Grupo de Ação e Combate ao Crime Organizado) para apurar desvios de R$ 7 milhões por meio da compra de uma área na região do Manso, o delegado Fausto José Freitas da Silva da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) será o novo presidente do Instituto de Terras de Mato Grosso (Intermat).

O anúncio foi realizado na manhã desta segunda-feira (15.02), pelo secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, durante uma reunião na Associação Mato-grossense dos Delegados de Polícia (Amdepol).

Com nove anos de carreira como delegado, Fausto atuou em 2013 no Ministério da Justiça e em 2014 foi titular da Delegacia de Polícia e da Central de Ocorrências de Várzea Grande. Atualmente, incorporava a equipe de delegados da DHPP de Cuiabá.

Segundo o secretário-chefe, a troca da presidência da autarquia será realizada pelo fato da atual presidente, Luciane Bezerra, ter solicitado o afastamento para participar das eleições municipais que ocorrerão este ano.

Conforme o delegado Fausto, a legislação eleitoral determina o mês de abril para que presidente se afaste da autarquia, contudo a troca de comando deverá ser realizada nos próximos dias.

O delegado afirmou que a sua gestão será baseada nos princípios básicos da administração: legalidade, moralidade, eficiência, impessoalidade e transparência. “Para mim é uma honra e um orgulho fazer parte deste momento de transformação”.

Fausto destacou que gerir o Intermat será um grande desafio, mas que ele continuará o trabalho da atual administração de informatizar e organizar o órgão para dar mais transparência e celeridade aos processos.

“A desorganização por si só leva aos comentários negativos, ou dá uma falsa impressão de corrupção, por conta disso vamos trabalhar pela informatização e pela criação de procedimentos de operação padrão, para que o órgão possa ter um controle maior da sua tramitação e no seu fluxograma”.


Autor: AMZ Noticias com Gustavo Nascimento


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