O pastor Valdemar Santos está preso acusado de assassinar a esposa Luciane Santos, de 29 anos, para ficar com o dinheiro de um seguro no valor de 300 mil reais. O corpo de Luciane foi encontrado por um agricultor no final do ano passado, em Pinhalzinho a 584 km de Florianópolis em Santa Catarina. Ela recebeu três facadas no pescoço e o corpo estava coberto por terras com um mau cheiro quando foi encontrado por agricultor. A polícia acredita que o pastor da Assembléia de Deus matou e enterrou a esposa.
Ele foi dia 13/1 como principal suspeito da morte de Luciane, que também era pastora da Igreja Assembléia de Deus do município. Luciante estava desparecida desde 19/12, data em que o pastor registrou boletim de ocorrência afirmando que ele e a esposa sofreram um sequestro, e que após os sequestradores conseguirem 14 mil reais da família, liberaram apenas o marido e fugiram com a pastora.
De acordo com informações do delegado Ricardo Guedes, o pastor entrou em contradições várias vezes em seus depoimentos. Os arranhões nas costas dele não aparentavam agressões de homens, mas o que mais chamou a atenção dos policiais foi o fato de Valdemar ter sido liberado e os sequestradores nem se atentarem que o seu celular estava a todo momento com ele.
De acordo com informações do delegado, o pastor entrou em contradições várias vezes em seus depoimentos. Os arranhões nas costas dele não aparentavam agressões de homens, mas o que mais chamou a atenção dos policiais foi o fato de Valdemar ter sido liberado e os sequestradores nem se atentarem que o seu celular estava a todo momento com ele.
A polícia encaminhou o pastor para a delegacia pública da cidade de Maravilha, logo após conferir as imagens das câmeras de segurança da cidade. Nas gravações é possível ver que, no dia do suposto sequestro, o pastor e sua esposa estavam sozinhos no carro. Valdemar estava dirigindo e a pastora no banco do passageiro.
O delegado afirmou que o caso será apurado detalhadamente, mas ele não descarta a hipótese de que o pastor cometeu o crime com ajuda de um cúmplice, para ficar com o dinheiro do seguro de vida da esposa. Luciane possuía uma apólice no valor de 300 mil reais que deixaria para o marido ao morrer.
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Autor: Ronaldo Couto com Araguaia Noticias