Representantes de sete partidos políticos (PSL, Pros, PRB, PSDC, PMN, PHS e Podemos) que não possuem qualquer representante na Assembleia Legislativa de Mato Grosso e nem na Câmara dos Deputados, em Brasília, se reuniram na noite da última terça-feira (31), para discutir o pleito eleitoral de 2018 e avançar na composição de uma frente para a disputa eleitoral.
A expectativa do grupo é de que, unidos, a frente poderá obter entre 2 a 3 vagas na próxima legislatura da Assembleia e de 1 a 2 vagas na Câmara Federal. A articulação da frente suprapartidária vem ocorrendo desde setembro do ano passado.
O objetivo é realizar uma composição entre siglas que não possuem representatividade na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. A coligação será formada por candidatos que estão exercendo cargos de vereador e por lideranças ligadas a segmentos organizados da sociedade.
“Essa já é a quinta reunião que realizamos, onde avaliamos a conjuntura política de Mato Grosso e do Brasil. São sete partidos que estão participando, mas com a tendência de aumentar esse número. O Objetivo é consolidar uma frente forte, com bons candidatos para disputar os cargos a deputado estadual e federal na eleição que vai ocorrer este ano”, afirmou o vereador Dilemário Alencar, presidente do Pros em Mato Grosso.
Ele destaca que no Estado, existe histórico onde frentes partidárias entre partidos pequenos obtiveram êxito. Cita que em 2010, uma frentinha liderada pelo PTB elegeu o ex-deputado Chico Galindo com pouco mais de 11 mil votos e, em 2014, outra frente liderada pelo PV elegeu 2 deputados estaduais com baixa votação.
“Vejo que o único caminho para os partidos pequenos elegerem deputados em 2018 é se unirem para enfrentar a máquina poderosa das grandes legendas. Com a união entre os sete partidos teremos uma base com dezenas de vereadores e prefeitos eleitos em 2012. Somente o Pros e o PRB, elegeram na última eleição municipal 58 vereadores em Mato Grosso”, disse o vereador Dilemário.
Autor: AMZ Noticias com Gazeta Digital