Sexta-Feira, 17 de Abril de 2026

Policia prende mulher que sequestrou recém-nascida para ritual satânico em Várzea Grande




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Uma mulher condenada por sequestro e cárcere privado de um bebê teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, em ação da 1ª Delegacia de Polícia de Várzea Grande. Considerada foragida da Justiça, Neuza de Arruda, 42 anos, sequestrou a criança N.P.N. para entregar em um ritual satânico.

O crime de grande repercussão ocorreu no ano de 2014, quando a suspeita junto a mais duas mulheres tomou a recém-nascida de apenas 45 dias dos braços da mãe, na cidade vizinha à Cuiabá. Segundo as investigações, Neuza de Arruda era "mãe de santo" e precisava da criança para realizar um ritual satânico. Ela foi localizada pelos policiais em sua residência no bairro da Manga, onde teve o mandado de prisão cumprido.

De acordo com o delegado Guilherme Berto Nascimento Fachinelli, na época dos fatos a suspeita foi presa e ficou detida cautelarmente por sete meses. "A condenação aconteceu em 2015, porém desde então a suspeita estava nas ruas", informou o delegado. Na época, durante a prisão, foram encontradas várias velas acesas na casa da acusada.

Em entrevista na delegacia, a suspeita confessou que realmente sequestrou a criança para fazer um "trabalho", porém disse que atualmente se converteu em outra religião e não atuava mais nesse tipo de prática. A criança havia sido sequestrada dos braços da mãe, J.N., no início da manhã do dia 26 de setembro de 2014. Na ocasião, a genitora contou à polícia que descia do ônibus, em direção à sua casa, quando foi abordada por uma mulher armada, que lhe ordenou que entregasse a bebê.

Desesperada, e temendo pela vida, a mãe entregou a criança. Em seguida, um veículo Peugeot de cor prata e quatro portas parou e duas mulheres que estavam no carro deram apoio na fuga. Após denúncia anônima, a recém-nascida foi encontrada, no fim da tarde do mesmo dia, por policiais militares em uma residência localizada no Jardim Paula I, também na Cidade Industrial.

Na casa, estava outras duas mulheres, uma delas uma adolescente na época com 15 anos, que seria filha de Arruda. A bebê chegou a ter os cabelos cortados, para dificultar a sua identificação. Ainda assim, a bebê chegou a passar por exame de corpo delito, para ter certeza de que não sofreu nenhum tipo de abuso ou maus tratos.


Autor: Redação AMZ Noticias


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