O senador Jaime Campos (DEM) voltou a defender o nome do seu irmão, o ex-governador Júlio Campos (DEM), para figurar no quadro de candidatos à eleição do Senado, que ocorre no dia 26 de abril.
Júlio é um dos pretensos à vaga deixada por Selma Arruda (Podemos) devido a sua cassação, determinada pela Justiça Eleitoral. Dentro do partido, ainda há a pré-candidatura do deputado estadual Dilmar Dal’Bosco. A definição pelo nome que o partido vai lançar, no entanto, deve ser anunciada até o dia 25 de fevereiro.
“O nome que mais se destaca, sem falsa modéstia, é o nome do Júlio. E por incrível que pareça, nas pesquisas que acompanhei está muito bem colocado. De maneira que até o dia 25 de fevereiro, no máximo, já teremos a definição de quem será o candidato do DEM”, disse Jaime
“Júlio é um dos pré-candidatos pelo DEM. É um direito líquido e certo até pelo fato de ele ser uma pessoa que tem uma trajetória política que ninguém pode esquecer. Foi governador, senador, deputado federal por três mandatos, prefeito, tem todas as qualificações possíveis para exercício do mandato”, completou.
O DEM decidiu por abrir, até o dia 14 de fevereiro, para que os filiados postulantes ao Senado se manifestem à executiva. Posteriormente, o partido se reunirá para avaliar os possíveis nomes.
Entretanto, a escolha se ele será lançado ou se o DEM irá se aliar a outro partido deve ocorrer somente no dia 11 de março, data já marcada para a convenção. Conforme prazos da Justiça Eleitoral, as siglas têm entre 10 e 12 de março para realizar as convenções. Dia 17 de março é o prazo final para o registro de candidaturas. “Estamos aguardando os prazos legais, na medida que o partido abriu a possibilidade de qualquer um outro nome, filiado, a ser candidato a senador. Ou seja ir para comissão”, completou Jaime.
A vaga - A disputa ao Senado ocorrerá porque a senadora Selma Arruda (Podemos) teve o mandato cassado. Em abril do ano passado, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) cassou seu mandato, por unanimidade. Ela foi acusada de caixa 2 e abuso do poder econômico na eleição de 2018. Logo em seguida, ingressou com recurso na corte superior.
No dia 10 de dezembro, por seis a um, os ministros cassaram a senadora, bem como seus suplentes, o empresário Gilberto Possamai e Clerie Fabiana Mendes. Conforme a decisão, eles se tornaram inelegíveis por oito anos. Na última semana, o Senado definiu o rito para a análise de sua cassação.
Autor: AMZ Noticias com Midia News