Os candidatos pretendentes ao cargo de prefeito de Cuiabá poderão gastar aproximadamente R$ 10 milhões em suas campanhas eleitorais.
A estimativa leva em conta o teto de gastos imposto no pleito majoritário de 2016, quando os postulante ao cargo do chefe do Executivo da Capital tiveram margem de gasto fixada em até R$ 9.004.367,05.
Considerando uma correção monetária com variação de 13% a 14%, o limite de gastos na eleição de novembro deste ano deve ficar em R$ 10,2 milhões. A projeção foi calculada pelo coordenador de Controle Interno e Auditoria do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Daniel Taurines.
Os números, contudo, são apenas uma estimativa realizada pela Justiça Eleitoral de Mato Grosso.Isto porque o limite de gastos é imposto pelo Tribunal Superior Eleitoral com base no número de eleitores de casa município, bem como o montante gasto no último pleito.
Já os candidatos a vereadores em 2016 puderam gastar até R$ 492.024,46. Usando a mesma projeção de 14%, conforme o desembargador Gilberto Giraldelli, presidente da Justiça Eleitoral de Mato Grosso, o limite de gastos deve ser publicado oficialmente pelo TSE na próxima semana.
Com relação à eleição suplementar ao Senado, o desembargador explicou que será mantido o valor fixado no início do ano, quando o pleito ainda estava agendado para o mês de abril. Desta forma, cada postulante à vaga deixada pela juíza aposentada Selma Arruda, que teve o mandato cassado no final do ano passado, poderá gastar até R$ 3 milhões com a campanha eleitoral.
Autor: AMZ Noticias com Diário de Cuiaba