Uma réplica da Estátua da Liberdade, símbolo da HAVAN, rede catarinense de lojas de departamento, que chegou a Várzea Grande na segunda quinzena de abril tem causado acalorados debates na cidade.
Os motivos são os mais variados, mas um ganhou destaque especial neste final de semana, depois de boatos que alguns parlamentares fascinados com a grandiosidade da obra estariam pensando propor replicas para Cuiabá e Várzea Grande, o assunto virou tema nas redes sociais.
Um dos mais renomados advogados de Mato Grosso, Eduardo Mahon postou neste sábado dia 18/05, o seguinte post “ Em Várzea Grande, chegou uma "estátua da liberdade", imitando a breguice da Barra da Tijuca, no Rio. Bom gosto não é imitar valores alheios e sim cultivar identidade própria. Daqui a pouco, é capaz de alguém ter a infeliz ideia de trazer uma "torre Eiffel" pra Cuiabá....”
A preocupação do advogado faz sentido, e só confirma os boatos populares que dizem, que para aparecer, nossos parlamentares são capazes de muita coisa, afinal num país onde afloram inúmeros projetos bizarros, tudo é possível.
De acordo com o diretor-presidente da rede, Luciano Hang, o monumento de 35 metros de altura que está localizado ao lado da filial várzea-grandense, é um presente da rede de lojas de departamentos mais completa do Brasil para a cidade e seus moradores.
“A Havan presenteia Várzea Grande com este belíssimo monumento que se transformará em mais um ponto turístico do município mato-grossense”, acrescenta o empresário Hang na pagina oficial da empresa.
Segundo a empresa, em 1996, a Havan implantou a primeira Estátua da Liberdade, na filial de Brusque,em Santa Catarina, como o símbolo que representa a liberdade de escolha dos clientes e se tornou um marco da rede.
O projeto agressivo de marketing da empresa promete dar o que falar, na semana passada o nome da empresa esteve envolvido num embate entre políticos e movimentos sociais sobre a concessão de renúncia fiscal, disfarçada sob a denominação de "incentivos”.
Veja aqui uma pequena lista de projetos Bizarros de autoria de nossos políticos.
1. Roger Lins (PSB) – São Paulo -SP
Criaria em São Paulo o Dia do Fã de Séries de TV que seria comemorado em 17 de Março.
2. Dílson Fortes (PTB) – Caicó - RN
Obriga em lei a distribuição de Viagra para impotentes. Segundo o vereador, a disfunção erétil abala a auto-estima e pode estimular o alcoolismo, violência e suicídios.
Queria instituir no Rio de Janeiro o Dia Estadual do Cachorro, pois é o melhor amigo do homem.
4. Domingos Dissei (DEM) – São Paulo - SP
Eles querem conceder título de cidadão paulistano ao Papa Bento XVI.
5. Carlinhos Presidente (PSB) Nova Iguaçu -RJ
Obriga a construção de um terceiro banheiro em prédios públicos destinado ao público GLS em Nova Iguaçu pois eles teriam vergonha de ir tanto ao banheiro masculino quanto no feminino.
6. José Adécio (PFL) – Natal - RN
Obrigaria as escolas estaduais do Rio Grande do Norte a servirem carne de cabra pois é nutritiva e propícia para crianças. Uma vez aprovada ele pretende estender a lei para os militares.
7. José Hermann Neto (PDT) – São Paulo - SP
Todas as outras leis podem ser consideradas desnecessárias menos esta do deputado estadual de São Paulo. Ele quer eliminar o uso da crase pois, segundo ele o acento serve somente para “humilhar muita gente”.
8. João Caldas (PR) – Alagoas - AL
Um projeto agradaria a fãs do Arquivo X: A lei obrigaria aviadores e a Aeronáutica a dizer tudo o que sabem sobre extraterrestres.
9. Hiram Júnior (PFL) – Itapetininga - SP
Um projeto de lei classificado por seus pares da cidade como “muito oportuno” institui o bolinho de frango como patrimônio cultural de Itapetininga.
10. Pastor Reinaldo dos Santos (PTB) – Nova Friburgo - RJ
Quer proibir que animais de estimação recebam nomes de pessoas com pena de multa.
11. Lei Municipal 1840/95 - Barra do Garças - MT
Criou uma reserva para pouso de OVNIs na Serra do Roncador, reduto de ufólogos, ou seja, um Aeroporto Alienígena.
Três projetos de lei absurdos que felizmente não foram aprovados
· Em 2004, vereadores de São Paulo instituíram o uso de coletes com airbag para os motoboys. Em novembro, a proposta foi aprovada em votação na Câmara, mas tinha pouca chance de ser sancionada pela prefeitura e virar lei.
· Em 1999, na mineira Juiz de Fora, os vereadores sugeriram que os cavalos e burros usassem fraldões para não emporcalhar as ruas. A iniciativa melou
· Na década de 90, em Teresina, no Piauí, os vereadores quiseram proibir a criação de abrigos nucleares no município. A proposta bombástica não foi aprovada
Autor: Jornal da Noticia com Assessoria