Terca-Feira, 21 de Abril de 2026

Jornalista ligado ao PSDB, acusa Pedro Taques de tramar Golpe de Estado




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O jornalista, humorista e youtuber Leandro Lima, atacou duramente o Senador Pedro Taques (PDT), e fez uma acusação gravíssima contra o parlamentar, tudo poderia ser só mais uma das encrencas do jornalista, se não fossem os fatos concretos.

Lima ligou uma ação acontecida no Congresso Nacional no dia 06 de junho, justamente na semana das pré-manifestações, quando a Comissão Mista de Consolidação de Leis e Dispositivos Constitucionais, capitaneada pelos Senadores Pedro Taques e Romero Jucá, aprovou a proposta de eleição indireta para os cargos de presidente e vice-presidente da República, em caso de vacância dos mesmos, nos últimos dois anos do período presidencial, o texto foi aprovado na mesma reunião que regulamentava a emenda que trata do trabalho doméstico.

O jornalista publicou o vídeo com as acusações, ele tambem acusa ate o próprio Partido dos Trabalhadores de estar á serviço do golpe, tudo poderia se tratar de ironia, se também não fosse o histórico político do Jornalista que coincidentemente é uma das lideranças da juventude do PSDB em Mato Grosso.

Leandro Lima vive aflorando posicionamentos políticos, e já realizou inclusive uma ampla campanha para divisão do Estado de Mato Grosso em 2011.

Veja os detalhes  e  entenda o texto descoberto por Leandro Lima, e utilizado como prova do possível envolvimento de membros do Congresso Nacional, num possível Golpe de Estado.

Comissão aprova regulamentação para eleição indireta em caso de vacância do cargo de presidente da República  

A Comissão Mista de Consolidação de Leis e Dispositivos Constitucionais aprovou nesta quinta-feira (6) proposta que disciplina o artigo 81 da Constituição, que trata da eleição indireta para cargos de presidente e vice-presidente da República, em caso de vacância nos últimos dois anos do período presidencial.

O projeto de lei foi originalmente sugerido pelo senador Pedro Taques (PDT-MT), sub-relator para dispositivos constitucionais pendentes de regulamentação, e passou por alterações antes de ser aprovado. Em 15 artigos, a proposta detalha a forma de convocação da eleição indireta, o registro das candidaturas, os prazos para recursos, a proclamação do resultado e posse dos eleitos e as exceções possíveis para a situação.

Pelo texto, a eleição indireta deve ser convocada pelo Congresso Nacional em até 48 horas da abertura das vagas. As candidaturas devem ser registradas até dez dias após a convocação da eleição e a votação ocorrerá em sessão unicameral, com voto ostensivo e aberto de deputados e senadores. A direção dos trabalhos ficará a cargo da Mesa do Congresso Nacional.

Será eleita a chapa de presidente e vice que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os em branco e os nulos. Se nenhum candidato alcançar maioria absoluta na primeira votação, será feita nova eleição imediatamente após a proclamação do resultado, concorrendo os dois candidatos mais votados e considerando-se eleito aquele que obtiver a maioria dos votos válidos.

O projeto determina ainda que o resultado da apuração será proclamado em sessão solene até 48 horas depois de apurado. Nesta mesma sessão os eleitos serão empossados.

O relator da comissão, senador Romero Jucá (PMDB-RR), incluiu mais uma parágrafo no texto, estabelecendo que, caso a vacância ocorra a menos de 30 dias do término do mandato, será cumprido o artigo 80 da Constituição, que atribui a ocupação dos cargos, sucessivamente, ao presidente da Câmara dos Deputados, ao do Senado Federal e ao do Supremo Tribunal Federal.

Durante a reunião da comissão, a pedido do deputado Miro Teixeira (PDT-RJ), deputados e senadores discutiram ainda melhorias no texto de forma a deixá-lo mais claro e em sintonia com os preceitos constitucionais.

- O trabalho do senador Pedro Taques foi extremamente competente, profissional, construtivo e detalhado, e com essas pequenas correções e parágrafos podemos evoluir para aprovação da proposta – afirmou Jucá.

O presidente da comissão, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), comemorou a primeira aprovação do colegiado, instalada no início de abril.

- Esse artigo da Constituição que trata da vacância do presidente e do vice-presidente da República não estava regulamentado. Existia um vazio na legislação brasileira. Agora será regulamentada a eleição indireta para escolha do presidente e as condições para realização desta eleição – disse o deputado.

Vaccarezza explicou que a proposta será agora encaminhada ao presidente do Senado, que preside a Mesa do Congresso Nacional, que a enviará para apreciação do Plenário da Câmara dos Deputados. Na mesma reunião, a comissão aprovou também a regulamentação da emenda que trata do trabalho doméstico.

http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2013/06/06/comissao-aprova-regulamentacao-para-eleicao-indireta-em-caso-de-vacancia-do-cargo-de-presidente-da-republica


Autor: Jornal da Noticia com Assessoria


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