Quinta-Feira, 19 de Fevereiro de 2026

No poder...voçe acha que tudo pode, que tudo sabe, e que nada vai acabar




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 Ide e ensinai o Evangelho a toda criatura. Dizem nascer aí a mais antiga das profissões, ou seja, aquele que ensina, que prega. Ensinar significa também deixar uma marca.

 

Somos ao mesmo tempo e a cada instante aquilo que já fomos e aquilo que um dia ainda seremos, portanto, as marcas que transportamos refletem os nossos docentes.

 

Em quem você votou em 2010? – pergunta o professor! Circunstâncias que você vive ou passa enquanto lê estas mal traçadas linhas, têm ligação com seu voto.

 

Costumo insistir no fato de que, em regra, conseguimos debater melhor qualquer questão quando não pressionados. 

 

Estamos longe de outubro de 2014, quando voltaremos às urnas, logo, vivenciamos o momento propício para as avaliações. Observo como preocupante a crescente divulgação de fatos que desapontam gravemente as novas gerações de estudantes.

 

Preocupa-me o legado que tem sido anunciado pelos que ocupam funções públicas e cargos eletivos. Precisamos aumentar o número de interessados em cuidar e zelar de forma inteiramente compromissada e com dedicação integral as carreiras de Estado.

 

Não há mais tempo para comemorações e os necessários rituais de passagem; famílias não mais se visitam, aliás, as reuniões outrora sagradas perdem espaço para os engarrafamentos.

 

Nada mais sintomático de que um telefone celular tocando dentro de um templo, durante o serviço religioso.  Aprender a tocar um instrumento ou praticar um esporte profissional, tarefas que exigem disciplina e longos anos de treinamentos, deixam de ser cultivadas pelos que ouvirão o trimmm! da urna eletrônica pela primeira vez.

 

Neste cenário, é erro não fazer nada somente porque se pode fazer pouco.  Sabemos que “o homem no poder sofre, em grau menor ou maior,três ilusões capitais: a ilusão de que tudo pode, a ilusão de que tudo sabe e  a ilusão de que seu poder jamais terminará”.

 

Você se lembra em quem votou? Pense nisso e voltaremos a valorizar a profissão mais antiga – PROFESSOR/A. - Simples assim!

 

*Ronilson de Souza Luiz -  é capitão da Polícia Militar, professor universitário, bacharel licenciado em letras pela USP, mestre e doutor em educação pela PUC/SP.


Autor: Ronilson de Souza Luiz


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