Terca-Feira, 23 de Junho de 2026

Irmãos sofrem estupro após mortos; Crianças ajudaram a enforcar e afogar as vítimas




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O caso da morte dos irmãos de oito e nove anos teve um novo desdobramento no começo da noite de ontem (12) em Cáceres, distante 250km de Cuiabá.

A delegada que conduz o caso, Mariell Antonini Dias, descobriu que outras duas crianças ajudaram a enforcar os irmãos e depois de morto ainda abusaram sexualmente dos cadáveres.

Para descobrir que outras duas pessoas participaram do crime, a delegada foi usando os depoimentos truncados dos suspeitos e chegou até a conclusão que uma menina de 11 e um menino de 13 também estão envolvidos.

“Após acareação entre os suspeitos, descobrirmos que uma menina de 11 anos e um menino de 13 ajudaram a enforcar e afogar os irmãos na Baia do Empa. A menina, além de enforcar a vítima de oito anos, ainda segurou o sobrevivente de sete, que num momento de descuido dos suspeitos conseguiu fugir. Já o menino de 13 junto com o de 15 ainda estupraram os dois irmãos mortos e daí em diante começou o esquartejamento”, detalhou a delegada responsável pelo caso.

Para esquartejar uma das crianças, eles usaram facão, machado e uma faca de açougue. “Quando eu estava interrogando todos os suspeitos, um na frente do outro, descobri que além da faca de açougue, citada no primeiro depoimento, também foi usada um facão e um machado para cortar a cabeça, o braço e perna de um dos irmãos. O outro foi jogado sem sofrer cortes porque todos estavam cansados e com medo de chegar alguém”, disse Mariell.

A menina foi liberada e está sob proteção judicial, segundo os depoimentos ela enforcou e ajudou afogar as vítimas. Já o menino de 13 está no Centro Sócio Educativo da cidade.

Os policiais conseguiram conversar com os pais de duas suspeitas e das vítimas. “A cidade está abalada, o que aconteceu é muito bárbaro. Eu conversei com mães de suspeitos e elas estão até com pensamento de mudar daqui. Já a mãe das vítimas ainda está em estado choque e não consegue depor com firmeza”, contou a delegada.

Um dos últimos detalhes dito pela delegada foi o relato do adolescente de 15 que seria o mentor do duplo assassinato. “Eles quatro premeditaram o crime. Pensaram e levaram as armas para matar do jeito que eles queriam.

Eles tinham pensamento de matar os três e não deixar testemunhas. O adolescente disse que o menino de sete anos sobreviveu por sorte”, finalizou Mariell Antonini, que na próxima semana deve concluir o caso dos irmãos que foram cruelmente assassinados.


Autor: Hipernoticias


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