O deputado federal e presidente estadual do PR, Wellington Fagundes, refuta ser o causador da discórdia entre o Grupo dos 5 – PDT, PSB, PSDB, DEM e PPS - e ressalta que o partido só irá se coligar onde for bem-vindo. “Não queremos ser o problema”, ressalta o parlamentar em referência ao possível conflito entre a sua possível candidatura ao Senado e a tentativa de reeleição de Jayme Campos (DEM).
O cacique republicano afirma ainda que em nenhum momento procurou o grupo de oposição e, sim, foi assediado. “Não nos oferecemos para conversar. Fomos convidados para dialogar”, enfatiza. Wellington. Além disso, explica que o momento é de conversar com os partidos, porém, as coligações só serão formadas após decisão em conjunto dos líderes das legendas.
Outro conflito que poderia rachar o grupo é a reivindicação do PSB para um cargo majoritário, o que também pode atrapalhar o DEM. Quanto a isso, o senador Pedro Taques (PDT) prefere colocar panos quentes na discussão e afirma que as coligações ainda estão sendo construídas. “Temos que entender que as divergências são salutares e boas para o debate”, conclui.
Cidinho Santos
Sobre rumores de que o DEM teria tentado convencer o suplente de senador, Cidinho Santos (PR) a entrar na corrida pela sucessão do governador Silval Barbosa, Wellington afirma que o momento é de dialogar. Entretanto, afirma que qualquer decisão será tomada pela direção do PR.
Cidinho, por sua vez, desconversa e lembra que o pré-candidato do PR é o ex-prefeito de Água Boa Maurição Tonhá. Ainda assim, diz que está disposto a cumprir o que o partido determinar. “Governador do Estado é cargo muito grande para mim, que fui prefeito de Nova Marilândia, presidente da AMM e secretário de Estado”, finaliza.
Autor: RDNews