Em entrevista ao Araguaia Notícias o Major Castelo confirmou que a busca pela quadrilha que assaltou simultaneamente o Banco do Brasil e a cooperativa Sicredi em Confresa não tem data para terminar.
O comandante do Comando Regional X da Polícia Militar disse ainda que são quarenta soldados em quadro viaturas e um helicóptero fazendo buscas pela região, com foco maior na zona rural de Porto Alegre do Norte.
Ele explicou que apenas três quadrilhas realizam todos os assaltos a bancos no país, sendo que uma delas tem mais de cem homens, sendo assim já é possível fazer um roteiro de como eles agem após cometerem o crime, segundo o major, eles chegam na cidade cerca de sessenta dias antes do assalto, alugam casas e começam a vigiar as agências.
Pesquisam sobre a vida dos funcionários, rastreiam as rotas de fuga, e geralmente montam acampamento cerca de 15 ou 20 quilômetros do perímetro urbano, onde ainda tem sinal de celular, e costumam ficar escondidos por 10 dias quando então deixam a região.
Por isso que o Major confirmou que a operação de captura não tem data para terminar, enquanto houver pista sobre o paradeiro dos meliantes os militarem vão continuar as buscas.
Ele lembrou que no assalto a agência de Colniza a polícia conseguiu localizar o acampamento, onde trocou tiros com a quadrilha, que conseguiu fugir, mas o dinheiro roubado foi recuperado.
Outro ponto destacado pelo Major Castelo na entrevista exclusiva é que a Polícia suspeita que a quadrilha tenha recebido o apoio de um informante de Confresa, até mesmo de alguém de dentro das agências, mas ressaltou que nenhuma possibilidade é descartada.
Hoje, estão na operação militares do BOPE de Cuiabá, da Força Tática de Barra do Garças e soldados de Água Boa, Vila Rica e Confresa.
Em entrevista ao Araguaia Notícias o Major Castelo confirmou que a busca pela quadrilha que assaltou simultaneamente o Banco do Brasil e a cooperativa Sicredi em Confresa não tem data para terminar.
O comandante do Comando Regional X da Polícia Militar disse ainda que são quarenta soldados em quadro viaturas e um helicóptero fazendo buscas pela região, com foco maior na zona rural de Porto Alegre do Norte.
Ele explicou que apenas três quadrilhas realizam todos os assaltos a bancos no país, sendo que uma delas tem mais de cem homens, sendo assim já é possível fazer um roteiro de como eles agem após cometerem o crime, segundo o major, eles chegam na cidade cerca de sessenta dias antes do assalto, alugam casas e começam a vigiar as agências.
Pesquisam sobre a vida dos funcionários, rastreiam as rotas de fuga, e geralmente montam acampamento cerca de 15 ou 20 quilômetros do perímetro urbano, onde ainda tem sinal de celular, e costumam ficar escondidos por 10 dias quando então deixam a região.
Por isso que o Major confirmou que a operação de captura não tem data para terminar, enquanto houver pista sobre o paradeiro dos meliantes os militarem vão continuar as buscas.
Ele lembrou que no assalto a agência de Colniza a polícia conseguiu localizar o acampamento, onde trocou tiros com a quadrilha, que conseguiu fugir, mas o dinheiro roubado foi recuperado.
Outro ponto destacado pelo Major Castelo na entrevista exclusiva é que a Polícia suspeita que a quadrilha tenha recebido o apoio de um informante de Confresa, até mesmo de alguém de dentro das agências, mas ressaltou que nenhuma possibilidade é descartada.
Hoje, estão na operação militares do BOPE de Cuiabá, da Força Tática de Barra do Garças e soldados de Água Boa, Vila Rica e Confresa.
Autor: Araguaia Digital